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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Ator de "Deus Não Está Morto" é banido de evento por ser cristão e conservador

Kevin Sorbo foi cotado para a Comic Con por ter protagonizado a série 'Hércules: A Lendária Jornada' na década de 90.

Ultimamente Sorbo tem protagonizado diversos filmes cristãos como Soul Surfer e o talvez mais conhecido “Deus Não Está Morto”. (Foto: Reprodução).

O ator cristão e conservador Kevin Sorbo foi banido de uma convenção Comic Con devido às suas inclinações. O Daily Caller informa que o fundador e promotor da East Coast Comi Con, Cliff Galbraith, anunciou que não o convidará para a convenção. Galbraith explicou seu raciocínio por não convidar Sorbo.

"Eu recusei a participação de Kevin Sorbo no East Coast Comic Con. Ele é amigo de Sean Hannity. Eu simplesmente não posso fazer isso", publicou. Sean Patrick Hannity é apresentador de televisão, radialista, escritor e comentarista conservador dos Estados Unidos. Ele apresenta o programa de rádio “The Sean Hannity Show” pelas emissoras Cumulus Media Networks e Premiere Radio Networks.

Alguns que viram o post de Galbraith e que também têm tendências liberais pediram que ele proibisse outros atores, como Clint Eastwood, Mel Gibson, James Wood, Jon Voight e Chuck Norris, que são conhecidos por pontos de vista conservadores.

Já uma outra turma, no entanto, criticou a decisão de Galbraith. O próprio Sorbo reconheceu anteriormente que há uma clara tendência para os cristãos conservadores em Hollywood: "Há uma negatividade para os cristãos em Hollywood. E uma negatividade para pessoas que acreditam em Deus", disse ele em 2013.

Sorbo teria sido candidato a East Coast Comic Con devido ao seu papel como Hércules na série “Hércules: A Lendária Jornada”, produzida entre 1995 e 1999, e baseada livremente nas façanhas do semideus da mitologia grega.

Ultimamente Sorbo tem protagonizado diversos filmes cristãos como Soul Surfer e o talvez mais conhecido “Deus Não Está Morto” (God's Not Dead).

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO DAILY CALLER

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Ator de ‘Carrossel’ é batizado em igreja evangélica: “Vivo somente para Ele”

O ator Thomaz Costa foi batizado neste domingo (14) em uma igreja evangélica na zona leste de São Paulo.

O ator Thomaz Costa, conhecido por atuar no remake brasileiro da novela Carrossel, exibida pelo SBT, foi batizado neste domingo (14) em uma igreja evangélica na zona leste de São Paulo.

As imagens do batismo, que foi realizado na Igreja Batista em Cristo, foram publicadas nas mídias sociais do ator. “Neste vídeo, você vê claramente o mesmo corpo, porém duas pessoas diferentes no mesmo vídeo”, declarou Thomaz.

“Hoje eu declaro meu renascimento, posso dizer que eu morri para mim e a partir desse momento que eu saí das águas eu vivo somente para Ele. Um dos momentos mais especiais da minha vida... se não o melhor. Só tenho a agradecer a Deus por me dar a oportunidade e misericórdia de perdoar todos meus pecados e nascer de novo”, acrescentou o ator.

Thomaz aproveitou para agradecer as pessoas que estiveram presentes em sua decisão. “Muito obrigado à todos amigos e familiares que presenciaram esse momento, não preciso nem dizer porque já demonstro que amo vocês com atitudes, meus presentes de Deus! Agora bora viver a melhor fase da minha vida! Bora viver para Ele”, afirmou.

O ator vem sendo acompanhado de perto pelo líder da igreja, o pastor Mozart Polesi. Dias antes do Natal de 2017, ele postou nas mídias sociais a foto de uma célula em sua casa, expressando sua fé para mais de 5 milhões de seguidores no Instagram e Facebook.

“Hoje minha noite foi assim! A melhor de todos os tempos na minha vida! Eu fiz uma célula na minha casa! É como se fosse um culto dentro de casa, um grupo de oração! Nós éramos 15 jovens começando uma jornada que irá longe e eu creio nisso! O prazer imenso em estar na presença de Deus me alegrou e vai me alegrar para o resto da vida”, disse Thomaz, convidando seus seguidores a também estarem numa célula.


FONTE: GUIAME

domingo, 14 de janeiro de 2018

Trump designa $ 55 milhões para ajudar os cristãos, Minorias religiosas a reconstruir no Iraque


Por Samuel Smith , CP Reporter


(FOTO: REUTERS / MUHAMMAD HAMED)

Ameen Mukdad, um violinista de Mosul que morava sob o governo de ISIS durante dois anos e meio, onde destruíram seus instrumentos musicais, atua no santuário de Nabi Yunus, no leste de Mosul, no Iraque, em 19 de abril de 2017.

Na sequência do anúncio do vice-presidente Mike Pence em outubro passado, de que o governo dos Estados Unidos proporcionaria ajuda direta aos perseguidos cristãos iraquianos que se esforçavam para reconstruir após a libertação das Planícies da Nineveh, a administração Trump tomou medidas concretas para cumprir suas promessas.

A administração de Trump anunciou que renegociou um acordo com as Nações Unidas para garantir que os cristãos vulneráveis, Yazidis e outras minorias religiosas vítimas do Estado islâmico no Iraque receberão a ajuda da ONU que foram previamente negadas.

A administração também anunciou que está aceitando propostas de organizações privadas no Iraque para receber assistência direta do governo dos EUA para reconstruir as terras ancestrales dos cristãos e outras minorias destruídas pelo culto da morte jihadista.

De acordo com um comunicado de imprensa enviado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, a agência assegurou que US $ 55 milhões do seu pagamento de US $ 75 milhões para a Facilidade de Financiamento do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Estabilização no Iraque "atenderão às necessidades das comunidades de minorias religiosas e étnicas vulneráveis "na província de Nínive.

A USAID recebeu mais supervisão para assegurar que o financiamento da ONU marcado para as minorias seja gasto efetivamente.

"O acordo modificado garante que a contribuição dos EUA ajudará as populações de áreas liberadas na província de Ninewa a retomarem vidas normais restaurando serviços como água, eletricidade, esgoto, saúde e educação", explica o comunicado.

O pagamento de US $ 75 milhões é a primeira parcela de uma alocação de US $ 150 milhões designada para a FFS, que foi anunciada pelo embaixador americano no Iraque, Douglas Silliman, em julho passado. De acordo com a USAID, "o cumprimento do resto desse compromisso dependerá do sucesso do PNUD em implementar medidas adicionais de responsabilização, transparência e diligência para o FFS".

(FOTO: TWITTER / @ VP) 

Ovice-presidente dos Estados Unidos Mike Pence encontra-se com o arcebispo caldeu de Erbil Bashar Warda em Washington, DC, em 4 de dezembro de 2017.

Líderes cristãos iraquianos e ativistas de direitos humanos levantaram inúmeras queixas sobre como milhares de minorias perseguidas e deslocadas não estavam recebendo sua justa assistência das Nações Unidas para esforços de reconstrução da comunidade.

Em seu anúncio da assistência direta dos EUA às minorias religiosas iraquianas no ano passado, Pence bateu a ONU pelo fato de que os cristãos nas Planícies de Nínive tiveram "menos de 2% de suas necessidades habitacionais abordadas e a maioria dos cristãos e Yazidis permanecem em abrigos. "

Dada a história do PNUD, pelo menos um prominente especialista em direitos humanos permanece cauteloso apesar do anúncio da administração.

"Não tenho confiança no PNUD", disse o colega sénior do Instituto Hudson, Nina Shea, ex-comissária da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional, ao The Christian Post em um e-mail na sexta-feira. "Como a USAID agora está disposta a admitir, o PNUD tem sido mal administrado, não é transparente e marginalizou deliberadamente o genocídio que visava as minorias cristãs e Yazidi nos últimos dois anos".

De acordo com Shea, o sucesso do novo acordo "dependerá da vigilância dos supervisores da USAID".

Fonte: https://www.christianpost.com

sábado, 13 de janeiro de 2018

TOP 5 DA LISTA MUNDIAL DA PERSEGUIÇÃO 2018

Saiba mais sobre os cinco países onde a perseguição aos cristãos é mais intensa

TOP 5 da Lista Mundial da Perseguição 2018 Os 5 países onde a perseguição é extrema
Há 16 anos, a Coreia do Norte lidera o ranking da Lista Mundial da Perseguição. Em 2018, não foi diferente. O governo exerce uma pressão extrema em todos os cristãos, que enfrentam perseguição em todas a áreas da vida e convivem com punições desumanas caso desagradem de qualquer forma as autoridades governamentais. Estima-se que, hoje, cerca de 50 mil cristãos estejam presos em campos de trabalhos forçados.

O 2º lugar da lista, Afeganistão, ficou pouco atrás do primeiro colocado devido à menor intensidade de violência. Porém, os dois países têm pontuação máxima no que se trata da opressão em todas as esferas da vida. No entanto, a perseguição aos cristãos afegãos vem de outras fontes, principalmente do extremismo islâmico. 

Cerca de 99% da população da Somália, 3º colocado, é muçulmana. A sociedade é moldada pelos valores do islamismo e pela cultura tribal, o que faz com que os cristãos sejam tratados com hostilidade e violência. O extremismo islâmico está muito presente no país, principalmente pelo grupo Al-Shabaab, que declarou que quer o país livre de cristãos.

No Sudão, 4º colocado da lista, muitas igrejas estão sendo demolidas e cristãos sendo presos. O islamismo tem raízes fortes na política, e o governo atual está implantando uma política de “uma só religião”. Isso faz com que cristãos tenham que conviver com os valores impostos, como por exemplo, o ensino do islamismo nas escolas infantis. 

Apesar de o Paquistão estar em 5º lugar na Lista 2018, a taxa de violência contra cristãos é a maior em toda a relação. Apesar das celebrações dominicais serem autorizadas, qualquer outro tipo de atividade cristã é visto com maus olhos e passível de punição. Igrejas atacadas, cristãos mortos e mulheres violentadas são relatos comuns nesse país.

Acesse a Lista Mundial da Perseguição 2018 e saiba mais sobre a Igreja Perseguida e seus desafios ao redor do mundo.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Comunismo já matou mais de 400 milhões de bebês por abortos forçados, na China

Os pais que tivessem um segundo filho eram obrigados a abortar ou poderiam perder o emprego.


O método mais efetivo das três penas foi a perda de emprego. (Foto: Reprodução).
O método mais efetivo das três penas foi a perda de emprego. (Foto: Reprodução).

Durante décadas, as políticas de controle da população da China levaram milhões de crianças por nascer ao abate, além de promoverem uma cultura de morte e discriminação com base no sexo. Pais foram punidos por ter filhos. Entre 1979 e 2015, a política de “uma criança por família” foi uma das políticas fundamentais do governo comunista da China.

Esta regra política era aplicada através de três métodos diferentes: aborto, multas e perda de emprego. Os abortos forçados na China mataram aproximadamente 400 milhões de crianças, nos últimos 40 anos, e criaram uma proporção sexual extremamente desproporcional. O motivo? Muitas famílias abortaram filhas por causa de uma preferência cultural por filhos.

Grandes tributos também foram impostos em casos de uma segunda gravidez. Essas multas às vezes equivaliam a seis vezes a renda familiar anual do ano anterior. Cumulativamente, as multas trouxeram o equivalente a mais de dois trilhões de dólares dos EUA aos governos locais na China. Como resultado, a Academia de Ciências Sociais da China estimou que até o ano 2020, a China terá 30 milhões de homens a mais do que mulheres.

O método mais efetivo das três penas foi a perda de emprego. A maioria dos regulamentos exigia que os governos locais e as empresas estatais demitissem funcionários que violassem a política de um único filho e privassem seu direito de acesso a benefícios sociais. As empresas privadas também foram encorajadas a fazer isso e a maioria cumpriu.

Em janeiro de 2016, devido à enorme queda no número de pessoas e ao aumento da idade da população, a China mudou essa política de uma criança para uma "política de dois filhos". No entanto, a mudança na política de controle de população atraiu pouca atenção na sociedade chinesa. Com base em estatísticas, metade das famílias de uma criança não quer uma segunda criança e nada sugere que a taxa de aborto tenha caído.

Além da mudança de 2016 na política de uma criança, o Comitê Judicial do Congresso Nacional do Povo (NPC) enviou uma carta a cinco províncias da China com a intenção de eliminar as penas mais severas que atualmente existem para fazer cumprir a política de dois filhos. A China modifica frequentemente suas políticas, enfraquecendo a aplicação das penalidades ou removendo-as

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHARISMA NEWS

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Trump é figura messiânica e ONU é Gogue, acredita rabino influente

Religioso afirma que posicionamento dos EUA sobre Jerusalém pode ter dado início à guerra profetizada por Ezequiel

por Jarbas Aragão

"Trump é figura messiânica e ONU é Gogue"

Durante uma palestra recente em Jerusalém, um rabino muito influente deu declarações que estão chamando atenção. Para Mendel Kessin, líder religioso judeu que costuma interpretar os eventos mundiais sob a perspectiva da Torá, Donald Trump é uma “figura messiânica”.

Segundo o rabino, o posicionamento do presidente dos EUA sobre Israel está aproximando o mundo do Messias. “O processo messiânico está, literalmente, se desdobrando diante dos nossos olhos”, assegurou. Na sua compreensão, “A eleição de Trump foi um milagre revelado. Ele nem deveria ter ganho, pois quase todos os políticos e a mídia americana parece que o odeiam… Mas o odeiam porque ele vai acabar com o domínio de Satanás sobre a América. Eles não querem que isso aconteça e por isso não aceitam que ele ajude Israel”.

Avaliando a declaração de Trump sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e as manifestações contrárias em várias partes do mundo, o rabino acredita que se trata do cumprimento da profecia bíblica.

“Quando Esaú for visto ajudando Israel, é um sinal que o Messias está chegando”, afirmou Kessin, referindo-se a uma antiga tradição judaica. Ele diz que a Bíblia estabeleceu claramente o destino de Jacó e Esaú.

Citando Gênesis 25:23, ressaltou que o texto diz “um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor”. O erudito ensina que, na tradição judaica, Esaú é visto como aqueles que se opõem aos judeus. Embora Israel e o povo judeu sejam facilmente identificados como os descendentes de Jacó, a identidade de Esaú nos tempos modernos é mais complexa.

“Esaú também é um patriarca. Ele é o pai da nação de Edom (Gn 36:1), que eventualmente se tornou Roma”, ressalta Kessin. O rabino diz que Esaú tomou muitas formas ao longo dos tempos, sendo representado pelo cristianismo (maior em número) mas “No final dos dias, Esaú vai ajudar a Jacó. Portanto, antes do Messias vir, Esaú irá fazer tshuva [arrependimento] e ajudar a Israel (menor em número)”.

Por crer assim, o rabino Kessin não tem dúvidas: “Donald Trump é esse homem. Ele não sabe e talvez nem acredite, mas é uma figura messiânica”. Porém, o rabino faz uma distinção: “Ele não é o Messias, contudo está gerando uma mudança de paradigma. Sua missão é transformadora”.

O rabino vai além, enfatizando que, quando os EUA defenderam sua posição sobre Jerusalém na Assembleia Geral das Nações Unidas, pode ter dado início à guerra profetizada por Ezequiel sobre a terra de Gogue e seu rei, Magogue (Ez 38-39). Ele explica que, na tradição judaica, as letras de “Gogue e Magogue” resultam no número 70. “Setenta significa todas as nações do mundo, pois a Bíblia lista os 70 descendentes de Noé, que povoaram a terra”.

“[Ezequiel] afirmou que todas as nações irão se unir contra Jerusalém, e não é isso o que vimos a ONU fazer?”, questionou Kessin, respondendo em seguida “a ONU é Gogue e Magogue”. Com informações Breaking Israel News

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

“Falta de paixão” nunca é motivo para divórcio, defende John Piper

Pastor lembra que o casamento é, antes de tudo, a disposição de se manter as promessas e uma aliança diante de Deus.

por Jarbas Aragão

"Falta de paixão" nunca é motivo para divórcio, defende John Piper

O conhecido pastor John Piper está chamando atenção por suas declarações sobre um tema que, de certa forma, caiu em “desuso” no contexto atual: divórcio ser pecado. Em um podcast recente afirmou que “falta de paixão” não é desculpa para o divórcio e lembrou aos seus ouvintes o que o casamento realmente significa.

Piper fez seus comentários enquanto respondia a um ouvinte que questionava sobre os motivos “aceitáveis” para o divórcio. O homem explicou ao pastor que seu filho “não está mais apaixonado” por sua esposa e é infeliz. Eles estão casados a apenas dois anos e já consideram a possibilidade de divórcio.

Porém, Piper fez uma longa análise sobre como não havia “motivo moral” para um divórcio. “Seríamos ingênuos em supor que as pessoas, jovens ou velhas, agirão com base na razão e na verdade bíblica quando se trata de justificar o divórcio”, disse o teólogo batista. “Acho que em uns 95% dos casos as pessoas fazem o que querem fazer e depois encontram os motivos para explicar. Aqueles que afirmam acreditar na Bíblia também encontram razões bíblicas para fazê-lo”.

Para o pastor, os cristãos deveriam orar pelas pessoas que se encontram nesse tipo de situação. Em linhas gerais, ele defendeu a necessidade de se encontrar o equilíbrio entre a verdade e o amor quando se fala com amigos e entes queridos que estão pensando em divórcio. “Acredito totalmente que precisamos falar a verdade pois este é o caminho de Deus. É o plano de Deus que as pessoas conheçam a verdade e a verdade os liberte. Isso nos ajuda a vivermos livres da prática do pecado, que inclui o divórcio”, defendeu.

Ele disse que o casamento se resume a três palavras-chave: alegria, significado e propriedade. “Os casais deveriam fazer com que essas três palavras fossem tão convincentes e significativas quanto possível, ao mesmo tempo que seguem o que Jesus e os apóstolos disseram sobre o casamento”, asseverou.

Segundo Piper, aqueles que estão casados ​​há décadas certamente já se apaixonaram e ‘perderam a paixão’ mutuamente várias vezes ao longo de sua união. Acredita ser “ridículo” a percepção que os casais permanecem “apaixonados” do mesmo modo ao longo de 50 anos de casamento ou mais, e que é imaturidade achar que o casamento é “um estado de amor perpétuo”.

Finalizou dizendo que o casamento é, antes de tudo, a disposição de se manter as promessas e uma aliança diante de Deus. Lamentou que o egoísmo típico da vida moderna influenciou toda essa geração, resultando no fim de vários casamentos.

“No relacionamento entre dois pecadores, que se dispõem a viver juntos, é ingenuidade pensar que cada ano será cheio de calor humano, doçura, romance e apetite sexual”, resumiu.

“Isso contraria quase toda a história do mundo e revela nossa natureza humana caída”. Com informações de Faith Wire

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br